BB impõe redução de jornada para comissionados

20.03.2018

 

 

O Banco do Brasil segue atacando os funcionários. Desta vez pressiona os assistentes de 8 horas remanescentes do plano de funções anterior, que vigorou até 2013, a migrarem para o cargo de 6 horas, já adaptado ao plano de funções atual. Com a mudança, redução de aproximadamente 12% do salário e os que não aceitam a oferta são cortados imediatamente do cargo e voltam ao posto de escriturário.

A pressão do BB porque descumpre a própria instrução interna. Nela está previsto que os bancários lotados no cargo de assistente poderiam optar por migrar ou permanecer no plano anterior sem prazo para adesão.

A gratificação de função se deve às atribuições e responsabilidades do cargo e não à extensão da jornada. Não pode ocorrer corte salarial.É evidente que o Banco do Brasil quer se livrar do passivo trabalhista ao eliminar todos os assistentes de 8 horas.

Os trabalhadores também criticam a forma como as alterações são operadas pela instituição. Como se não bastasse ter o salário cortado, o funcionário ainda é assediado e colocado contra a parede. Ou migra de plano, ou é descomissionado. O problema é ainda maior já que quem aderir ao novo plano de funções não tem nenhuma garantia de que permanecerá no cargo, principalmente depois da reforma trabalhista.

Como determina a CLT e a Convenção Coletiva da categoria, o movimento sindical defende a jornada de trabalho de 6 horas para todos sem redução salarial. 

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