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Funcionários do Bradesco sob forte pressão



O Bradesco barbariza, sem dó. Além de cobrar tarifas absurdas dos clientes, o banco pressiona, impõe metas e sobrecarrega os funcionários. Muitos terminam doentes em decorrência do assédio sofrido diariamente.


Nem mesmo o lucro líquido recorde de R$ 19 bilhões no ano passado faz a empresa aliviar. Pelo contrário. Quanto mais ganha, mas o alto escalão quer. Desta forma, a rotina fica cada dia mais puxada.


O estresse aumenta com a redução do quadro de pessoal. Em 2017, foram eliminados 9,9 mil postos de trabalho. Ninguém escapa da política perversa e as denúncias chegam dos mais diversos setores, desde caixas a gerentes administrativos. A pressão psicológica é tanta que os caixas são obrigados a realizarem procedimentos que fogem das funções.


Na Bahia, o Sindicato dos Bancários tem percorrido as agências para averiguar as denúncias, que não são poucas. A entidade ressalta que, no caso de assédio moral, por se tratar de um diagnóstico mais complicado, com muitas regras, a vítima precisa de elementos. Uma mensagem pelo celular, emails, telefonemas ajudam na identificação do abuso.

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