Agências dos bancos públicos sangram

20.11.2017

 

O caos nos bancos públicos piora a cada dia. O desmonte promovido pelo governo Temer faz as empresas sangrarem. O número de funcionários caiu, assim como o de agências, aumentando a pressão e a sobrecarga de trabalho.

 

Exemplos dos transtornos vividos por bancários e clientes têm de sobra. O BB da Liberdade, que antes tinha 23 funcionários, conta com apenas 13. Os problemas aumentaram depois do fechamento das unidades do IAPI e Barros Reis. Para piorar, a função de supervisor de atendimento foi extinta.

 

A Superintendência do BB prometeu realocar dois funcionários para o local. Mas é muito pouco e os bancários acabam sofrendo ameaças diariamente, em decorrência do atendimento. Até no meado do mês, quando a agência tende a ficar tranquila, há superlotação. 

 

A situação caótica foi observada de perto pelos diretores do Sindicato dos Bancários da Bahia, Jussara Barbosa, Célio Pereira, Álvaro Queiroz e Luis Carlos de Assis, em visita à agência,na última sexta-feira (17/11). 

 

O sufoco não se restringe ao BB. As agências da Caixa também passam por maus bocados. Após o fechamento da unidade de Paripe, os  transtornos aumentaram na de Periperi, da praça da Revolução. Para se ter ideia, cerca de 9 mil beneficiários do Bolsa Família migraram para a agência Periperi. O local é tão pequeno que os clientes têm de esperar atendimento na rua.

 

Não é só isso. O ambiente de trabalho é insalubre e a pressão reflete na saúde do bancário. O número de afastamentos cresce, consequência da sobrecarga e do ritmo de trabalho alucinante. O Sindicato estuda providências. Os diretores visitaram ainda as agências do Itaú e Bradesco.

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